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Por meio de institutos diversos projetos para melhores práticas socioambientais podem ser realizados como o Programa Empreendedorismo do Jovem Rural
Frequentemente temas sobre responsabilidade social e sustentabilidade são apontados como essenciais objetivos de empresas que têm adotado uma postura avançada em relação às boas práticas. Sendo assim, para reduzir o impacto ambiental e ainda contribuir com o social, diversas iniciativas são implantadas pelas empresas como a reciclagem, projetos de reflorestamento para compensação de emissões de CO2 e até mesmo a criação de um instituto com o nome da empresa, no qual diversas ações podem ser realizadas.
Nesse sentido, a Souza Cruz criou no ano 2000 o Instituto Souza Cruz, que tem como missão “contribuir para educar e formar jovens empreendedores no meio rural brasileiro, através de iniciativas que potencializem seu protagonismo nos processos de desenvolvimento sustentável”. Vale citar o programa desenvolvido pelo Instituto denominado de “Programa Empreendedorismo do Jovem Rural” (PEJR) que atua na formação complementar à educação formal voltados a jovens agricultores familiares. É importante ressaltar de que o PEJR prepara o jovem como agente estratégico no desenvolvimento rural, o que acarreta na melhoria de qualidade de vida e aumento da renda para os agricultores familiares.
Luiz André Soares, gerente do Instituto Souza Cruz diz que “através da formação integral propiciada pelo programa, quando um jovem torna-se um agente de desenvolvimento rural passa a constituir um ponto focal para a transformação dos territórios rurais: é o ator que faz mediação de interesses, que se torna referência para as instituições locais, que introduz inovações técnicas e metodológicas na agricultura familiar”.
Dentre algumas ações, o Instituto Brasileiro de Florestas também realiza ações deste cunho socioambiental. Dentre alguns dos projetos, vale citar o projeto denominado de “Viveiro Familiar”, que visa a produção de mudas de árvores nativas por famílias indígenas, pequenos agricultores, fomentando assim, a agricultura familiar e o desenvolvimento de atividades sustentáveis, do ponto de vista ambiental, econômico e do social.

Escrito por Thiago Iida
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