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GREAT PLACE TO WORK
Alinhado ao conceito de carbon neutral, o “Encontro Nacional Melhores Empresas para Trabalhar” aderiu ao programa Evento Neutro, viabilizando a compensação ambiental das emissões de gases de efeito estufa produzidos pela realização do evento. As emissões foram devidamente quantificadas e, em seguida, compensadas por meio do apoio a projetos certificados de desenvolvimento sustentável no Brasil. Nesses projetos, cada tonelada de gás carbônico removida ou evitada, comprovadamente mensurável, é convertida em um Voluntary Emission Reduction (VER, o crédito de carbono) emitida por um dos órgãos certificadores (UNFCCC/ONU, Bolsa do Clima de Chicago, Gold Standard e Social Carbon).
Dessa forma, ao compensar as emissões do Encontro Nacional, o Great Place to Work incentiva a economia verde, apoiando financeiramente, por meio do programa Evento Neutro, empreendimentos de desenvolvimento limpo, certificados no Mercado Internacional de Carbono. Esse apoio financeiro é monitorado pela aquisição dos créditos de carbono. Todos os procedimentos realizados são incluídos no Registro de Eventos Neutralizados, primeiro sistema do mundo no monitoramento de iniciativas tipo carbon neutral.
Segundo José Tolovi Jr., CEO global do Great Place to Work®, a iniciativa de alinhar o Encontro Nacional “Melhores Empresas para Trabalhar” ao conceito carbon free tem por objetivo disseminar boas práticas de sustentabilidade, além de contribuir para o fortalecimento de novos valores de responsabilidade socioambiental. “As organizações que têm excelentes ambientes de trabalho estão alinhadas à importância de defender os direitos intergeracionais, ou seja, estão despertas para a responsabilidade individual e coletiva de preservar o planeta, os recursos naturais. Os especialistas alertam que sem mudanças nos padrões de produção e consumo contemporâneos os custos de adaptação às mudanças climáticas serão, em 2050, 20 vezes mais altos que os investimentos necessários para conter o problema hoje”, afirma Tolovi Jr., acrescentando que o Brasil ocupa hoje a terceira posição no ranking de maior produtor de créditos. “O País deve atingir 20% do volume global de créditos comercializados nos próximos anos”, salienta.
O cálculo de emissões considerou transporte aéreo e terrestre de convidados, organizadores, staffs, equipamentos e materiais, uso de serviços de infra-estrutura do Grand Hyatt Hotel, como eletricidade, gás de cozinha e ar-condicionado, além do consumo de materiais descartáveis e geração de resíduos sólidos.
Ao todo, foram compensadas 8,8 toneladas de CO2e por meio do apoio ao projeto de Manejo Florestal Sustentável de TECA em operação no Mato Grosso sob responsabilidade da empresa Floresteca. Anualmente, os benefícios ambientais gerados por esse projeto são anualmente mensurados e certificados pela Bolsa do Clima de Chicago.
Em outras palavras, a compensação ambiental desse evento irá contribuir para a manutenção de um ano de atividades florestais sustentáveis numa área equivalente a: 1,0% da área do Parque Ibirapuera em São Paulo ou 2 campos de futebol do tamanho do Maracanã.
Alguns números do evento:
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111 convidados e 40 organizadores e apoiadores;
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150 kg de lixo gerados, sendo parte reciclado;
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4.680 km rodados por veículos;
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15.209 milhas áereas;
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35 quilos de PVC na confecção de banners;
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9 kg de papel consumidos.
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